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CAB - Clube dos Amigos da Bike

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Trilha em Ribeirão Pires

Bom como todos já sabem Ribeirão Pires é a casa do CAB, os primeiros pedais do clube começaram lá, mas isso faz quase 12 anos atrás, mesmo assim o local continua ótimo para pedalar, são várias trilhas para todos os gostos, distâncias e níveis de dificuldade.

Esta trilha foi marcada de última hora, infelizmente não teríamos toda a estrutura do CAB, Pickup de Apoio, Ônibus CABMóvel, comes e bebes, porém os Guias do CAB estariam lá para ajudar o pessoal.

Então nosso Domingo começou assim, ponto de encontro onde cada um pode ir com seu carro deixando ele no Restaurante do Arthur e a partir dali saímos pedalando atrás das trilhas, no início atravessamos a passarela, isso para evitar a rodovia e logo em seguida entramos na estrada de terra.

Para este Domingo o Leori tinha reservado um trajeto com um pouco de tudo, terra batida, subidas, descidas, um pouco de barro e uma descida maravilhosa e muito técnica, uma ótima opção para quem adora montanha russa.

Seguimos pela estrada da adutora, mesmo sendo 10h o frio era muito forte, parecia entrar no meio das roupas, mas logo uma subida de 2 quilômetros fez com que as bochechas dos participantes ficassem vermelhas, logo em seguida a primeira descida e tudo voltou ao normal. Continuamos pela estrada da adutora e enfrentamos mais 3 quilômetros de subida, onde cada participante imprimiu o seu ritmo até o topo, local onde fizemos reagrupamento e o pessoal já mandou muita água para dentro do corpo.

Bom , estávamos no topo, então vamos descer, uma descida longa, uns 3 quilômetros também, teve gente que só soltou a Bike, mas vários desceram pedalando para aumentar a emoção.

Chegamos na estrada do Magic City, lá tem a opção de um pouco de asfalto e um pouco de emoção, optamos pela segunda e subimos pela estrada de terra até uma entradinha à esquerda onde ninguém conseguiu subir, mas acho que ali nem com motor. Após a rampinha um trecho que parecia um sabão, é claro que teve gente que fez a alegria do pessoal, ficar para trás não é boa coisa nessas condições pois o pessoal da frente sempre esta com a máquina fotográfica em punho.

Novamente no topo, desse ponto se avista a represa de Taiaçupeba, já município de Mogi das Cruzes, então vamos descer, um single-track muito bom, primeiro no meio do mato e depois uma descida sinuosa, pena que as motos literalmente cavaram a trilha em alguns pontos.

Novamente na fácil estrada de terra, também depois de uma parte técnica dessas, continuamos girando os pedais sentido a Taquaruçú e foi assim que chegamos a pequena vila onde a água natural da montanha, barrinhas de cereais frutas e outras guloseimas apareceram dos bolsos das camisas e pochetes de plantão, sem falar nas poses para as fotos, também o local parece casa de bonecas.

Muito descanso para encarar a longa e forte subida, sem falar na parte mais emocionante que estava por vir, então todos a postos e começamos a longa subida em primeira marcha, subimos e subimos até a entrada na conhecida porteira de ferro feita de trilhos de trem, e olha que ela deve estar ali por pelo menos uns cinqüenta anos. Entramos na picada e logo de cara algumas poças de lama, ainda bem que dava para passar do lado, seguimos pelo emocionante e técnico caminho e ainda subindo e subindo...

Após um pouco de sofrimento, quem não gosta de sofrer nessas condições? Chegamos ao topo, será? Sim, acho que agora sim pois até celular deu sinal de vida. Ali ficamos parados por alguns minutos esperando formar todo o grupo antes de encarar a montanha russa.

Todo mundo chegou? Sim, então vamos descer... Nossa não dá para definir a delícia daquela descida, no começo parece que não vamos conseguir descer, mas a medida que você vai descendo vai pegando confiança e soltando o freio. Teve marinheiro de primeira viagem que mandou muito bem, mas o pessoal expert nem se fala, voou morro abaixo, azar deles o tempo de emoção é menor, mas mais intenso.

Após a nossa montanha russa morro abaixo atravessamos um riozinho e logo pegamos o caminho de volta novamente pela estrada de terra batida, agora ficou fácil o trajeto, mas o único fator que sobrou foi o desgaste físico e a fome, pois já havia passado o horário do almoço.

Seguimos o pedal, fizemos algumas pequenas paradas para reagrupamento, como no famoso Bar do Índio, onde pelo menos uma paçoca e uma coca o pessoal manda e fomos direto para o Restaurante do Arthur, que gentilmente esperou os ciclistas para o almoço.

Galera parabéns, o pedal foi maravilhoso!!!

Comentários
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Marlon - Empatia   | Registered | 17-06-2009
A trilha foi muito bacana mesmo, boa parte dela eu não conhecia ainda.

Ricardo, o companheirismo nas trilhas é fundamental. Se não ajudarmos uns aos outros, não há motivo para sairmos em bando. Se saímos juntos, voltaremos juntos.

Abraço e obrigado a todos que nos acompanharam!
ricardo.glima - Que Dureza!!!   | Registered | 16-06-2009
avatar Galera, foi a primeira trilha que fiz e com certeza ficará registrada na memória não só pelo cansaço mas também pelas belas paisagens que vimos.

Quero agradecer a todos pela ajuda que tive quando minha magrela me deixou na mão.

Abraços e até a próxima!

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